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Ora aqui está um tema que me parece um pouco complicado: Criopreservação de células estaminais.
E complicado porquê?
Porque apesar do intuito ser muito bom será que funciona mesmo e se funciona não deveria ser um serviço público?
Isto são só as minhas primeiras perguntas. Depois segue-se um rol ainda maior quanto à preservação das células.
É mesmo fiável que se mantêm preservadas durante 25 anos? O laboratório não pode falir e ir tudo pelo cano abaixo?
Tenho uma série de pontos de interrogação na minha cabeça por causa deste tema...

Serei eu uma má mãe se decidir não o fazer? Ou tenho de ter em conta que pela quantidade de folhetos a publicitar o serviço significa que é mais uma ação de marketing a criar uma necessidade do que um bem essencial?
Estou verdadeiramente dividida e em período de reflexão sobre o tema. Gostaria muito de saber quais as vossas opiniões sobre este assunto, caso tenham ou não optado por fazer a recolha.

 

 

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8 comentários

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De Inês a 18.06.2015 às 13:09

É uma acção de marketing. Tem valor para ser usado em Medicina, principalmente, se se usar as células de um indivíduo dador, mas ser recomendável usar as células do próprio indivíduo tem uma probabilidade infinitesimal de ser necessário.
A questão é que se um indivíduo tem uma doença genética, todas as células estão afectadas, portanto, não faz sentido usar células do próprio indivíduo para resolver o problema.
Eu não faria.
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De pequenosencantos a 18.06.2015 às 15:22

Nós fizemos.
Por descargo de consciência (sim, é para isso que serve o marketing).
Porque a medicina está sempre a evoluir e nunca se sabe.
Espero nunca vir a precisar nem ter de saber se fiz bem ou mal.
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De Marta a 18.06.2015 às 15:55

Eu fiz para o banco público (Lusocord) que actualmente acho que só recebe doações a norte do país... numa próxima não vou fazer. É muito mais importante fazer o corte tardio do cordão por exemplo.
Vê aqui: http://www.bellybelly.com.au/birth/cord-clamping-delaying-cord-clamping/
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De Aerdna a 19.06.2015 às 09:41

Há meia década fiz-me todas essas perguntas, e mais algumas. Com o que pude saber na altura, apesar de ser um serviço muito caro, optei por fazer. Muito descargo de consciência. Espero que tenha sido o dinheiro mais mal gasto que já fiz, e que nunca as tenha de usar.
Se é possível usar. Porque entretanto, numa altura em que os estudos estão na moda, já saíram estudos a dizer que é inútil, e estudos a dizer que pode ser útil.
Na altura, li muito. Não só material disponibilizado, pelas empresas do ramo, mas também noticias sobre doenças degenerativas, e que recorriam a essas células para tratamento.
Se fosse hoje, eu teria doado e não comprado o serviço.
Se comprarmos garantimos que são aquelas células (dizemos nós) que vão ser usadas em caso de necessidade. Se doarmos, teremos mais probabilidade de que aquelas células sejam usadas para ajudar alguém, mas se precisarmos não há garantia que sejam as que doamos que vão ser usadas. Mas como na realidade, o assunto é confuso e não há garantias de nada, apenas uma perspectiva futura onde tudo pode ocorrer, inclusive a bancarrota do laboratório, eu hoje teria doado para o banco público. Lembro-me de na altura falar do assunto com o obstetra e ele não se querer misturar com a minha decisão. Eu devia ter reflectido sobre isso, mas nessa altura eu estava preocupada com a gravidez.
Esta é apenas a minha opinião. Como conselho digo-lhe: é bom ouvir opiniões, mas é melhor informar-nos em várias fontes. Cruzar informação e decidir.
Quando decidimos sobre pressupostos não comprovados, qualquer decisão é boa desde que esteja de acordo com a nossa consciência. Sorte! Bom fim de semana!
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De Helga a 19.06.2015 às 15:19

Nós vamos fazer, simplesmente porque nos foi oferecido por um familiar. Noutras condições nunca faríamos. Temos muitas dúvidas em relação à fiabilidade da utilização das células, mas o familiar insistiu e nós também não dissemos que não.
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De Pedro a 19.06.2015 às 20:07

Eu não fiz do primeiro filho, nem vou fazer do segundo. Na minha opinião existe um, sem número de serviços que andam a extorquir dinheiro aos pais, aproveitando se muitas vezes das inseguranças dos pais modernos, este é um deles. Por exemplo 300 euros por uma camara para espiar o bebe é outro, co.pra quem quer, eu não alimento estes serviços que apenas contribuem para criar cada vez mais consumismo e insegurança. Qdo for bom os médicos recomendarão 😉
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De r i t i n h a a 08.07.2015 às 11:43

Eu fui a uma sessão de esclarecimento da Crioestaminal e saí de lá com a parte boa "da coisa".
A seguir fui pesquisar na internet várias opiniões. E por fim falei com o meu médico que disse logo que não valia a pena.
Segundo ele ainda não há nada provado, as amostras usadas até agora nunca são as do próprio porque essas já estão "contaminadas" e que mesmo que não se faça a preservação das células é garantido todo o apoio e assistência ao nosso filho em caso de necessidade.

Por isso optei por não fazer :)
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De Nuno a 06.09.2015 às 00:25

Ja foram efectuados mais de 1 milhão de transplantes com células estaminais, pelo que a sua utilidade é inquestionável. A decisão de as criopreservar no momento do parto deve ser fundamentada, pelo que aconselho falarem com os vossos médicos. No meu caso pessoal optei por criopreservar e escolhi a Criobaby por ser a que mais confiança me transmitiu.

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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