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® Jill Greenberg

Esta quinta-feira, mais uma vez, foi negada a possibilidade de adoção por casais homossexuais...
A mim, faz-me alguma confusão que se misturem princípios de direita e esquerda num assunto que se resume a adotar uma criança para lhe dar amor.

Acho que um exercício que deveria ser feito por todos os deputados era uma visita a um lar de acolhimento de crianças da Santa Casa da Misericórdia e ouvir o histórico de cada um que ali vive (desde bebés de colo a crianças que contam os anos pelos dedos das duas mãos). Apesar da tenra idade, os pesadelos são o-pão-nosso-de-cada-dia de bebés que não podem tomar Xanax para terem um sono descansado. Muitos deles nem um ano de idade têm, mas pelo menos três cicatrizes de cigarros apagados pelo corpo já se podem contar, feitas a maior parte das vezes pelos progenitores.
Portanto, a minha pergunta é:
Que diferença faz ser um casal gay a querer dar um lar, conforto e amor a uma criança destas?

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Cá em casa somos dos gatos. E porquê? Muito simples, vivemos num apartamento e com um dia-a-dia que não nos permite estar em casa a tempo e horas para ir passear um canito pela fresca e à noite.
Este foi o ponto fulcral quando decidi ir buscar um animal de estimação e a pergunta (És mais de cães ou de gatos?) surgiu. No entanto, compreendo quando o argumento do companheirismo canídeo vem ao de cima. Mas, não entrando em confronto com o pessoal adepto do cão como melhor amigo do dono, aqui em casa há dois belos exemplares felinos, com personalidades muito diferentes um do outro mas que nos preenchem o coração. Passo a apresentar.

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O primogénito Jeremias - O Fora-da Lei. O Jeremias foi o meu companheiro de vida de solteira e tem 5 anos. Quando pensei em adotar um animal de estimação e comecei a fazer pesquisa em blogues de adoção de animais, encontrei um post no blog da associação Entregatos com 5 fotografias de gatinhos para dar e a foto do "Wolly" nunca mais me saiu da cabeça. Tinha ar de rufia e parecia que tinha desenhados dois trovões por cima dos olhos. Quando o fui buscar, percebi que de rufia não tinha nada e de todos era o mais débil (o que me assustou porque nunca tinha tido um animal de estimação que precisasse assim tanto de mim) mas o Wolly já era o meu Fora-da-Lei e claro que veio para casa comigo. Pode ser "Descendente por linhas travessas do famigerado Zé do Telhado" mas é o meu grande companheiro de vida.

 

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Mais recentemente veio cá para casa o doce Zézinho. O Zézinho, diminutivo de Zé Bigodes, tem um ano e encontrámo-lo por terras da Beira Baixa, num bando de gatos de rua que vagueavam no quintal do meu avô. Tinha um olho um pouquinho mal tratado, mas era lindo e quando o apanhei para lhe fazer uma festa, cabia na palma da minha mão e é claro que nunca mais o larguei. Hoje em dia é o melhor amigo do João (tenho de admitir que tenho alguns ciúmes, é certo) mas não há nada que demova esta amizade incontrolável. E ainda bem...

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São os dois excelentes companheiros e estão sempre muito felizes quando chegamos a casa. Por isso, aconselho a todos a adotarem um companheiro felino ou canino. Vale muito a pena.

 

T

 

 

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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