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Gato no Telhado

29.11.14

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 Alfama. Fotos® João Mendes

 

Para quem tem gatos e mora num apartamento esta pergunta é pertinente.
Deixar ou não as janelas abertas?
Eu sou a dona-galinha que diz Não, no entanto, o J. é completamente o oposto e deixa que os gatos estejam à janela (e eles adoram, ainda por cima!). Quando tento ser racional e pensar que os gatos têm um equilíbrio extraordinário, dado pela cauda, e que grande parte dos gatos vadios adoram andar nos telhados fico um pouco mais calma. Mas também quem é que não ouviu já uma história de um gato de um amigo que caiu do 4º andar e partiu as patas ou desapareceu?

Então tenho de fazer um exercício mental gigante para me controlar quando vejo o Jeremias e o Zézinho completamente deliciados a olharem para os pombos que pousam no parapeito da janela do prédio em frente e pensar que também é ali que eles respiram ar puro, sentem os cheiros da rua e já que não tem possibilidade de andar num quintal ou jardim, então ao menos que aproveitem estes momentos.
E assim vos desejo um bom fim-de-semana.

T

 

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Cá em casa somos dos gatos. E porquê? Muito simples, vivemos num apartamento e com um dia-a-dia que não nos permite estar em casa a tempo e horas para ir passear um canito pela fresca e à noite.
Este foi o ponto fulcral quando decidi ir buscar um animal de estimação e a pergunta (És mais de cães ou de gatos?) surgiu. No entanto, compreendo quando o argumento do companheirismo canídeo vem ao de cima. Mas, não entrando em confronto com o pessoal adepto do cão como melhor amigo do dono, aqui em casa há dois belos exemplares felinos, com personalidades muito diferentes um do outro mas que nos preenchem o coração. Passo a apresentar.

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O primogénito Jeremias - O Fora-da Lei. O Jeremias foi o meu companheiro de vida de solteira e tem 5 anos. Quando pensei em adotar um animal de estimação e comecei a fazer pesquisa em blogues de adoção de animais, encontrei um post no blog da associação Entregatos com 5 fotografias de gatinhos para dar e a foto do "Wolly" nunca mais me saiu da cabeça. Tinha ar de rufia e parecia que tinha desenhados dois trovões por cima dos olhos. Quando o fui buscar, percebi que de rufia não tinha nada e de todos era o mais débil (o que me assustou porque nunca tinha tido um animal de estimação que precisasse assim tanto de mim) mas o Wolly já era o meu Fora-da-Lei e claro que veio para casa comigo. Pode ser "Descendente por linhas travessas do famigerado Zé do Telhado" mas é o meu grande companheiro de vida.

 

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Mais recentemente veio cá para casa o doce Zézinho. O Zézinho, diminutivo de Zé Bigodes, tem um ano e encontrámo-lo por terras da Beira Baixa, num bando de gatos de rua que vagueavam no quintal do meu avô. Tinha um olho um pouquinho mal tratado, mas era lindo e quando o apanhei para lhe fazer uma festa, cabia na palma da minha mão e é claro que nunca mais o larguei. Hoje em dia é o melhor amigo do João (tenho de admitir que tenho alguns ciúmes, é certo) mas não há nada que demova esta amizade incontrolável. E ainda bem...

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São os dois excelentes companheiros e estão sempre muito felizes quando chegamos a casa. Por isso, aconselho a todos a adotarem um companheiro felino ou canino. Vale muito a pena.

 

T

 

 

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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