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® Mariana Rio

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Devo confessar que ainda me estou a habituar às rotinas.
Quando se tem um bebé é mesmo necessário que existam regras e horários para fazer as tarefas ou pode cair-se no maior caos doméstico (sim, já lá estive) e não saber para onde nos havemos virar. Por isso, após as duas horas de intenso trabalho matinal para pôr tudo em ordem, eis que chega a paz. O Dinis dorme, os gatos também e eu tiro fotos a este cenário bucólico que por aqui se passa.

Bom fim de semana minha gente.
T**

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Isto de estar grávida e já com uma barriga considerável (para não dizer gigante) faz-me olhar para as caixas prioritárias de uma forma diferente para não dizer essencial (para não dizer antes: DEIXEM-ME PASSAR QUE ISTO POR AQUI PESA!). 
Mas mesmo assim acreditem que ainda há quem faça o olhar 0ºgraus - aquele olhar que não desvia nem um milímetro do operador de caixa para não se aperceber que tem uma grávida gigante ao lado - não vá o camarão que veio comprar para o almoço de domingo descongelar e ainda apanham todos lá em casa uma valente disenteria.
O que mais me lixa é quando estamos mesmo a falar de caixas prioritárias - destinadas a grávidas, pessoas com crianças de colo, idosos e pessoas de mobilidade reduzida - aquelas caixas que têm sinalização em cima, ao lado, por baixo (só faltam terem sirenes!) e mesmo assim é essa que (o cidadão normal, saudável) vai escolher das 40 caixas que existem! Porquê? Porque é a que está mais vazia. E porquê razão estará mais vazia essa caixa? Para que as pessoas com dificuldades sejam atendidas mais rapidamente! Digo eu...mas eu só vim cá ver a bola.
Aconteceu-me hoje no Jumbo de Alfragide.
À minha frente com toda a traquitana já no tapete rolante estava uma senhora de 45 (máximo 50 anos) - que não estava grávida (pelo menos que se notasse), não estava com nenhuma criança de colo (a única criança de colo presente na fila era a senhora atrás de mim que tinha um bebé no carrinho), não estava de cadeira de rodas, nem muletas nem o tanas. O que me leva a pensar que a única prioridade dela é considerar-se uma pessoa idosa - talvez pela falta de visão lateral que tem, pois nem olhou uma única vez para a fila de prioridades atrás das suas hortênsias, garrafas de vinho e seleção irrepreensível de queijos.
Para não acabar por aqui a história, chego ao carro (que está estacionado no lugar azul mesmo ao lado da porta e das escadas rolantes) e tenho o carro trancado por uma carrinha! A sério? Vamos imaginar só que as minhas águas tinham rebentado e estava numa situação de emergência e que tinha de sair dali o mais rapidamente possível (sei lá...porque PODE MESMO ACONTECER!).
Não acham que isto do civismo quer mesmo dizer alguma coisa?
Ah Portugal, Portugal! Se não fosse este tempo maravilhoso...

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No fim de semana o passeio foi pelos lados do Príncipe Real. Fomos ter com a Ritinha ao Museu de História Natural onde ela tinha a banca da Mesh.
A Rita foi minha colega nas Belas-Artes e desde essa época que sempre me lembro de a ver tricotar, por isso quando o projeto Mesh Crochet nasceu, fez todo o sentido - aliar a criatividade com o artesanato é algo intrínseco nela.

Claro que não quis deixar de dar uma vista de olhos nas maravilhas que tricota para os mais pequenos para ver o que havia para o Dinis, mas como ainda faltam uns meses, ficaram algumas coisas encomendadas para a coleção de Inverno.
Deixo-vos com um pequeno apanhado do que por lá existia (só miminhos para quem gosta de crochet!) e assim vos desejo uma boa semana.
T**

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Relax

15.08.15

 

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O ritmo por estas bandas vai abrandar um pouco. Não só porque chegaram as merecidas férias (finalmente!) mas também por o Dinis assim o começa a exigir. O tempo agora será vivido com serenidade e sem horário ou agenda.
Boas férias, até já, bom fim de semana!
T**

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Isto a vontade de estar em frente ao computador começa a não ser muita até porque já cheira a férias e anda tudo fora de casa.
Como eu ainda tenho de me aguentar por cá pelo menos até ao final da semana, ficam cinco decores do meu feed do pinterest que acho lindíssimos.
São ou não são?
T**

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via Board Interiors @Nicole Franzen

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via Board For the Home @Being Birkin

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via Board Walls@ Clay Andrews

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 via Board Home@ Hilda Groen

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 via Board Home & Collections @The Shiny Squirrel




 

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Por esta altura começa a ser um assunto muito recorrente: o quarto do Dinis.
Já está pronto? Está a ficar giro? Ainda não está?!?!?
Bem, o que é certo é que andávamos a engonhar um bocado. Este fim de semana finalmente metemos mãos à obra até porque a minha mobilidade está cada vez mais reduzida e não sei por quanto mais tempo poderei ajudar seja naquilo que for.

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 Para além de mim, o João pode ainda contar com a ajuda preciosa do Chico.

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E apesar de ainda não estar pronto já começou a ficar com ar de quarto.

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E assim vos desejo uma ótima semana de trabalho ou férias.
T**

 

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via Thorn and Sparrow

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SENHORA_DO_PANAMÁ-01.pngA senhora do panamá®Teresa Serrano

O que eu gosto de chegar à praia, pousar o arsenal na areia e dar uma olhadela de 360º graus. É certo e sabido que irei contar pelo menos 4 ou 5 Senhoras do Panamá - e não me estou a referir a panamenhas (senhoras oriundas da República do Panamá) mas sim a senhoras com um chapéu no alto do cocuruto. Chapéu esse de tecido bem mole e com a aba sempre para baixo que vinha dobrado no saco das raquetes com quinhentas coisas em cima, o que o ajuda a ficar ainda mais deformado.
E porque o usam sempre no cimo da cabeça? Mas será que não há panamás do tamanho da cabeça delas? (É que nunca encaixam!)
Aí existem duas hipóteses:
Primeira - Foi uma oferta de uma promoção qualquer que havia na bomba de gasolina, daí o tamanho S e único;
Segunda - O cabelo arranjado e cheio de laca que não permite que o panamá entre nem que a vaca tussa.
Posso-me atrever a dizer que a segunda é a opção mais viável ou não fosse vê-las depois a banhar-se sempre com a cabeça bem fora da água a nadar à caniche para não estragar a permanente. O mergulho não é considerado (jamais!) e por isso o panamá vai também à água sem qualquer problema porque nunca o vão molhar, sendo assim um must-have para qualquer coleção de praia acima dos 60 anos.

Moral da estória:
Vogue e Marie Claire não ponham style-hunters nas praias da Costa não e continuarão a perder a tendência desde 1960!

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A pança

04.08.15

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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