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Hoje vou apresentar dos melhores presentes que tive(mos) o ano passado - o meu(nosso) closet.
Posso assegurar-vos que antes desta pequena maravilha eu era das pessoas mais desorganizadas com roupa. Nunca sabia onde estava o quê, esquecia-me de roupa que tinha de estação para estação - já para não falar na pilha na cadeira do quarto (que estava sempre presente e que me irritava solenemente mas que eu não conseguia combater). Portanto, devo garantir que há uma vida antes e depois do closet. 

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closet03.jpgPara quem sofre do mesmo mal que eu, aconselho vivamente a tentarem organizar ao máximo o vosso armário, por mais pequeno que seja. Sapatos todos no mesmo compartimento, organizar os casacos e vestidos por tamanhos e (apesar de não o fazer) dividir as peças por cores. Facilita em muito no dia a dia.

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Peças como bijuteria, cintos, óculos podem ainda ser guardadas em caixas (devidamente identificadas e de preferência transparentes, para mais facilmente se identificar o conteúdo no interior).

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Bem sei que tenho muita sorte de ter este paraíso feminino em casa, mas a verdade é que com um armário bem organizado poupa-se muito espaço em casa e deixam de existir a necessidade de ter uma cómoda e até uma mesa de cabeceira entre outros móveis suplementares que vamos acumulando em casa e que de repente parece que andámos a jogar tetris em 40 metros quadrados. Fica a dica. Espero que gostem e não me roguem pragas por este post por favor! :)

T**
 

Todos os módulos são Ikea e vendidos em separado.

 

 

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Hoje vou fazer um post sobre mim e podem acreditar que já apaguei esta linha três vezes porque é muito dificil escrever sobre nós próprios. No entanto, acho necessário fazê-lo para me dar a conhecer a quem me lê.
Quem segue o blog já se deve ter apercebido de alguns pontos marcantes da minha personalidade - o sarcasmo e sentido de humor um pouco negro são bem visíveis, sobretudo na forma como escrevo as crónicas e que são bem mais fáceis de escrever do que este texto. Mas vamos começar do início.
Sou designer de comunicação licenciada pela Faculdade de Belas-Artes, o que sempre me aproximou muito das artes plásticas. Não só porque coabitávamos o mesmo espaço como aprendemos pela mesma cartilha. Daí o meu gosto pelo desenho/ilustração.
A ilustração é um hobby que tento praticar o mais possível e por isso mesmo decidi criar uma marca onde pudesse juntar o meu humor negro com esta paixão. Assim nasceu a I Saw Jesus in a Toast. Uma marca não aconselhável a religiosos mais sensíveis mas com a qual me divirto muito, apesar de neste momento não estar a despender muito tempo com ela porque criei este blog - que me leva quase todo o tempo livre que tenho.
Criei o blog para mostrar o meu trabalho de ilustração e onde pudesse escrever as minhas chalaças mas com o tempo fui-me apercebendo que os textos onde dava um cunho mais pessoal eram os mais apreciados e tive um feedback muito positivo à minha escrita (que não estava mesmo nada à espera) e então decidi introduzir um pouco mais de mim, apresentando o meu marido os meus gatos e com a gravidez, falar um pouco da experiência da maternidade.
De mim posso ainda acrescentar que nasci em 83 - ano de estreia do Scarface e da música Billie Jean - que vivo e adoro Lisboa, que sou fã da Jane Birkin, que gostava de ser vegetariana, que gostava de ler mais e dormir menos.
Gosto de rir com coisas parvas, dos Joy Division e de pizza.
Não gosto de insegurança, foguetes nem de farófias e acho que com isto já resumi aqui qualquer coisa.
Quem gosta do blog, faça o favor de o seguir no Bloglovin e/ou de o "likar" no Facebook.

T**

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O segundo mês foi o mês dos "enjôozinhos" - aqueles que não matam mas moem - nunca chegavam a ser muito fortes mas estavam sempre presentes. Um desconforto constante durante o dia inteiro. O truque que utilizei para aliviar estes sintomas foi comer frutos secos. Tinha sempre um pacote de nozes comigo. Aqui fica a ilustração das crónicas ilustradas de uma gravidez que podem também ver na minha página no sapo lifestyle. Espero que gostem.
T**

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 Jane Birkin

Desde sábado que estava em pulgas para saber qual o nome escolhido pelos duques para a pequena princesa. Sim! Porque isto de ser uma futura mãe tem destas coisas (e não só! Devo confessar que sempre foi grande adepta de revistas cor de rosa e suas fofocas que não trazem grande conhecimento útil à minha vida, mas digamos que me dão um mestrado em futilidade social). E pronto finalmente a criança tem nome, é Charlotte. Curiosidade satisfeita. Uns gostam, outros não... como em tudo na vida.
Mas dar um nome a uma criança é uma tarefa lixada e tem de ser muito bem pensada. Eu que o diga! Tenho uma tendência para nomes bíblicos que (vá-se lá perceber porquê!) ninguém está de acordo comigo..."Como é que é possível!? Coitada da criança!" ...são as frases que mais ouço quando digo os nomes que gosto.
Não vejo qual é o problema dos nomes Noé e Salomé!
Não vejo eu mas vê o pai da criança e sendo assim lá vamos nós para a lista dos mais votados pelos dois.

E é assim que em vez de nome de profeta o nosso filho vai ter antes nome de rei: Dinis.
É um rapaz!!!

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Digamos que o tempo não ajudou muito mas mesmo assim, ainda deu para dar um salto até ao areal.
Este fim de semana foi em Tróia, com direito a estadia no Design Hotel e tudo! Deu para recarregar baterias, tomar banhos de imersão e até deu para ver golfinhos no Sado. 
E assim vos desejo uma boa semana.
T**

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® Teresa Serrano e João Mendes

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De Pessimisten ® Coll.-Verz. Joan Koops 


Há coisas que não percebo neste nosso país e que me custam um bocadinho aceitar, até porque gosto deste cantinho à beira-mar plantado, mas vá lá... organizem-se senhores!

Ainda na semana passada foram discutidas na Assembleia da República medidas para promover a natalidade, porque somos poucos e no futuro ainda iremos ser menos, rebéubéu pardais ao ninho...
Ora como se promove a natalidade no país onde há estágios para maiores de 31 anos?
Nem dinheiro temos para sair da casa dos pais antes dos 30 quanto mais pensar em ter filhos!
É que se bem se lembram também somos dos últimos na União Europeia a sair da casa dos papás e não é porque gostamos muito da comida da mãezinha. Quando a bolsa de estágio ronda os 700 euros mensais (durante doze meses e sem perspetivas de continuar na empresa depois de o finalizar) talvez seja um bocadinho imprudente (vá!) ter um filho. No máximo, dá para dividir o aluguer de uma casa com amigos e gastar os euros que restam em litrosas para anestesiar a mente deste futuro pouco risonho que se tem de enfrentar - talvez assim lá nasça uma meia dúzia de crianças não planeadas, mas o caminho não me parece a ser por aí.
Vamos lá ter bebés então quando se tiver mais de 36 anos e o recibo verde é o modo de sustentar uma casa. Não era eu que gostava de estar nesta situação e chegar ao patronato a anunciar uma gravidez. Era bem possível que continuasse a trabalhar durante os restantes meses e com os horários de sempre, com umas torcidelas de narizes nos dias das consultas e ecografias, mas desde que a produtividade continuasse, tudo bem. E depois? Depois da criança nascer? Recibos verdes igual a não ter baixa. Pronto, fostes! Pensasses antes de engravidar...
Senhores, estamos no país onde nos é pedido para esguichar leite para terem a certeza que se precisa de horário reduzido para amamentar...
Sabem o que vos digo... este país não é para bebés.

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Este fim de semana foi de mappling para a família inteira.
Não há muito mais para dizer a não ser que vos desejo uma boa semana.

T**

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® Teresa Serrano

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Para esta semana não vou fazer um apanhado de várias coisas que gostei de ver na internet porque houve uma foto-reportagem que me encantou e que vou partilhar com vocês.
Tal como a ideia de migrar para o campo não me agrada, a vida nómada também não. Mas, tenho de aplaudir pela coragem que têm as pessoas que conseguem deixar tudo para trás e seguem com a sua vida numa carrinha (filhos incluídos) e onde o dia a dia é vivido todas as semanas num sítio novo... que trabalheira mas ao mesmo tempo que aventura. Claro que para mim é muito difícil imaginar a logística que tudo isto acarreta (subsistência, financiamento...até banhos!) mas isto porque não sou aventureira. Para os mais destemidos, aqui fica uma dica e algumas das fotos que compõe este artigo que podem ver na íntegra aqui.
E assim vos desejo um bom fim de semana.
T**

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® Fotos tiradas pelo casal, reportagem para a Mother Magazine, escrito por Katie Hintz-Zambrano.



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Medir barrigas

14.04.15

Acho que deve ser prática comum em todas as grávidas verificar diarimente ao espelho se já se nota alguma alteração nas barrigas.
O mais engraçado é que o que antes era um pesadelo, nem que fosse só um centímetro, hoje em dia é uma alegria enorme. Um contrassenso próprio das hormonas aos saltos, digo eu!
Outra coisa que agora estou sempre a reparar é na quantidade de grávidas com que me cruzo na rua e passou a ser um passatempo adivinhar o tempo de gestação pelo tamanho da pança.
Por agora decidi fazer um diário fotográfico mensal com a evolução da minha, mas como ainda só passou o primeiro trimestre, não há grandes resultados a registar. Vai ser giro mais tarde ver o registo dos nove meses. Fica o primeiro trimestre.
T**

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®Teresa Serrano


Sou só eu a pensar que o histerismo dos americanos nos genéricos dos talk shows é um bocado exagerado?
Aqueles gritinhos estridentes mal a Ellen Degeneres entra em palco (qual Brad Pitt, qual quê!) e começa a fazer as suas danças "ellenianas" é ver o mulherio doido tal como se tivessem visto uma aparição do Elvis...
Já para não falar quando ouvem o seu nome e se levantam aos saltos e a gritar "OH MY GOD!!!" e correm até à apresentadora como se estivessem a chegar aos portões do céu e fossem falar com o São Pedro. Não é preciso ser um génio para perceber que se são chamadas ao palco é porque vão receber alguma coisa (Hellôô!). Vai haver de certeza uma "surpresa" e entra a família inteira palco adentro e vão receber um carro ou coisa que o valha. Não precisam chorar e fazer ar de espanto!
Outra versão de americanas são as "too cool for school" que falam como se estivessem com falta de ar. Um bom exempo disso são as famosas Kardashian que podem estar a contar a história mais emocionante da vida delas mas sempre num tom monocórdico e sem qualquer expressão facial. Dá vontade de lhes pôr uma máscara de oxigénio para ver se ganham algum fôlego. Falam com o mesmo entusiasmo da mudança se sexo do padrasto como da cor de unhas que escolheram nessa semana... Ó gente estranha.

Moral da estória:
Não comam tanta comida processada, pelo sim pelo não.

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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