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Estou a fazer este texto agora. Apenas está a levar o tempo de ser escrito e pressionar o botão "Publicar".
Nada disto foi estudado, anotado, rasurado... está em bruto, como todos os pensamentos flashantes que visitam o meu cérebro a cada segundo.
Por vezes penso, porque escrevo este blog?
Para quê estar a perder tempo a escrever seja aquilo que for quando na verdade todos temos uma opinião diferente e atrás do nosso teclado e tão fácil e confortável poder escrever comentários ultrajantes quando a opinião não coincide com a nossa?
Para quê perder tempo a pensar no que escrever e fazê-lo de forma civilizada e coerente quando na verdade, para um comentador de bancada bastam 20 segundos para me chamar mentecapta?
Para quê pensar em conteúdos atuais quando na verdade o que interessa mesmo é o erro ortográfico (que não fica bem, é verdade!) mas que pode ser corrigido/editado no minuto seguinte?
Para quê passar testemunhos reais para que se entenda o que se passa no nosso País/cidade/rua como fiz neste post, quando na realidade em 30 segundos se lê um texto na diagonal sem se perceber sequer a conclusão e o comentário é: Se estás mal, muda-te!?
Para quê escrever crónicas para nos rirmos de nós próprios, aliás foi o mote deste blog - quando na verdade os portugueses não têm sentido de humor? 
Agora pergunto: Mas porquê? E o porquê que não seja entendido como porque é que comentam. O porquê é antes porquê essa agressividade atrás do teclado?
As opiniões são para ser dadas (contra, a favor, tanto faz!) mas porquê deixar de se ter modos só porque não estamos cara-a-cara? Que raiva é essa que só é incontrolável entre a ponta dos dedos e as teclas mas que quando é para ser manifestada publicamente, seja em eleições ou outros atos públicos deixa de existir para dar lugar à inércia?
Hoje o texto é este. Hoje é o possível. No entanto, não gosto de desistir e muito menos que me obriguem a desistir. Por isso amanhã continuarei a escrever e depois de amanhã e depois.
A quem me lê, concorde ou não com o que escrevo, apenas desejo que sejam felizes. Porque a felicidade traz paz interior e controla as pontas dos dedos de espalhar raiva cibernética.
T**

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Gosto muito quando sou surpreendida pela positiva enquanto estou a remexer em caixotes de tralhas que à primeira vista só dão vontade de pegar e pôr no lixo sem olhar sequer para o que têm lá dentro, sem misericórdia. Um conselho: nunca façam isso. Olhem sempre uma segunda vez. 
Desta vez encontrei uma quantidade ainda consideráveis de desenhos/pinturas que o João fez da coleção de telefonias e rádios antigos do pai. Quando lhe perguntei o que era aquilo, disse-me um o ar mais natural do mundo: "ah, isso não é nada!" "Foram uns desenhos que expus mas podes deitar fora." (What?!). Só pode estar a gozar com a minha cara, como é óbvio! Eu que tenho um arrecadação inteira em casa dos meus pais com trabalhos da faculdade que nunca deviam ter visto a luz do dia mas que continuam guardados, ia agora mesmo deitar fora este trabalho do João!

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São mais de vinte desenhos em formato A3 sobre cartão pintados a acrílico e marcador com os quais consegui fazer duas composições bem interessantes, uma com doze desenhos e outra com nove.

A de doze vai ser emoldurada e posta no nosso escritório (vai haver post sobre isso daqui a uns tempos), mas a de nove está disponível. Caso gostem não hesitem em mandar mensagem porque pode ser vossa!
Boa semana!
T**

 

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Quase ninguém tem como cor preferida o roxo. É tão impopular (ou ainda mais) que o conhecido amarelo. Uma está associada à morte e a outra à doença. Mas na verdade, nos exemplos que irei dar em baixo, até que o roxo tem bastante vida e alegria. Basta fazer as conjugações certas. Ora vejam:

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via Living at Home 

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via olaalhaeezuvim.blogspot.pt

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via Apartment Therapy

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via Bohemian and Chic

 

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via The Room Edit

 

Gostam?
T**

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Sempre que vou na estrada e há um acidente, sou a primeira a não querer ver o que se passa. Ao contrário da maioria dos automobilistas que param para ver. Tenho a certeza que na grande maioria dos casos apenas por curiosidade mórbida, porque na realidade se tivessem de sair dos seus veículos para irem ajudar, seriam os primeiros a ficar quietinhos e pálidos.

No meu caso, sempre tive pavor destas situações e visto que não consigo ajudar ninguém porque entro em pânico, prefiro não interferir e seguir o meu caminho. Tudo isto com um nó no estômago que fica durante horas.
Desde que o Dinis nasceu, o meu pavor por situações de perigo aumentou ainda mais e passou a ser um pesadelo constante na minha cabeça: "se lhe acontece alguma coisa eu não vou conseguir reagir" " e se ele se engasga?". Só questões que me azucrinavam o juízo o tempo todo.
Por isso mesmo pensei que tinha de fazer alguma coisa, por mim e por ele. E foi assim que decidi tirar o curso de primeiros socorros pediátricos.
Posso garantir me fez muito bem, apesar de (felizmente!) ainda não ter posto nada em prática. 
Não só me acalmou em relação ao meu filho e como irei lidar numa situação que emergência como ainda me fez um clique de cidadania.
É óbvio que depois deste curso, se eu assistir a uma situação de emergência, irei agir (quase) de certeza. É um dever que tenho enquanto cidadã (e socorrista). O suporte básico de vida é uma técnica que pode salvar vidas (como o nome indica) e todos nós deveríamos saber fazê-lo.
Este é apenas o meu testemunho, mas caso queiram fazer um destes cursos, aconselho a Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa (onde fiz).

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Uma das coisas que mais gosto é andar pela cidade e descobrir sítios novos.
Neste caso, "novo" foi apenas para mim que não conhecia a Estufa Fria. Sempre ouvi dizer que era um sítio muito bonito mas, na realidade, apesar de saber que era no parque Eduardo VII, não fazia ideia do local exato onde ficava. 

Para além de gostar de poder estar em contacto com a Natureza mesmo no centro da cidade, o que mais me agradou foi a diversidade de espécies de plantas que por ali param. Faz-nos sentir num ambiente completamente fora do nosso quotidiano. Houve alturas em me parecia estar a passear por um jardim japonês, outros numa selva tropical e até num deserto - quando cheguei aos catos.
Apeteceu-me fotografar tudo mas mais ainda, apeteceu-me desenhar (não o fiz mas talvez numa próxima visita o faça). É um lugar verdadeiramente inspirador.
Por agora deixo os registos deste passeio.

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Boa semana!
T**

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Cá por casa ainda não é um tema - o regresso às aulas. Aliás, tanto não é que Setembro é o nosso mês de eleição para tirar férias.
No entanto, para quem tem de voltar já à dura realidade aqui ficam algumas dicas para os mais pequenos voltarem cheios de energia às suas rotinas.
Fiz uma seleção em produtos Vertbaudet, que vão estar com descontos de 25% até 12 de Setembro, por isso, aproveitem!

Decoração:

Vestuário Rapaz:

Vestuário Menina:

Calçado:

Espero que tenham gostado! 

T** 


 

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® Mariana Rio

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Este fim de semana fomos apanhar sol a sul. Algarve? Não! Trafaria.

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Pode parecer estranho mas dos meus 33 anos de vida e da fase da adolescência em que as idas às praias da Costa eram feitas de transportes públicos, nunca tinha passado por esta (bela) localidade.

Senti um misto de emoções ao andar por lá. A Trafaria tem um cais (com ligação a Belém), tem uma praia, uma lota, uma piscina, um terminal, cabanas de pescadores e casas senhoriais abandonadas.

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Parece um cenário de filme mais ou menos abandonado (o que lhe dá uma certa patine). 

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Não fosse o movimento da frota de autocarros e diria que por ali não circulam carros ( o que não é de todo mau). A contrastar com isso, existem barcos estacionados no asfalto, principal veículo de transporte/trabalho dos locais. 

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O terminal com grandes navios atracados contrasta com as inocentes esplanadas viradas para o rio Tejo com Lisboa e a ponte como cenário de fundo. Tudo aqui parece um pouco parado no tempo. As casas à beira-rio assim o demonstram. Grande parte delas estão fechadas há décadas sem sombras de dúvidas.

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Resta saber qual o futuro que se adivinha para a Trafaria. Por agora espero que gostem dos registos fotográficos.
Boa semana!

T**

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Crias

01.06.16

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 O efeito olhos-do-tamanho-de-azeitonas;
A gargalhada genuína;
A cabeça pesada a dormir no peito;
A mão inteira que nos agarra o dedo indicador;
O pé que dá vontade de roubar para servir de porta-chaves;
O cheiro mais doce de todos os cheiros na nuca.
O maior ato de amor.
Crias, hoje é o vosso dia.
E ainda bem. O mundo hoje está melhor(zinho).

 

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Este fim de semana foi dedicado à casa. É impressionante a quantidade de tralha que se vai acumulando porque "vai-dar-jeito-para-alguma-coisa", mas no final é apenas acumular em vez de reciclar, que era o objetivo inicial.
Assim sendo, houve um escrutínio muito rigoroso do que ficava ou ia embora para sempre e depois de detetar os principais problemas existentes no lar, vieram as soluções. 

Principal objetivo: Tornar esta casa um lar económico, verde e arrumado.

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Primeira medida tomada 

Ver tudo o que andava a ser acumulado há muito tempo (garrafas de vidro/jarras, cartão/tela para eventual ilustração) e pôr na reciclagem. Não foi reutilizado - como pretendia - mas foi reciclado!
Segunda medida
Passar a fazer mais refeições caseiras e verdes. Este é um ponto que já vem do passado. Tanto eu como o João sentimos necessidade de comer de forma mais saudável e pensávamos que quando o Dinis nascesse ia ser diferente, mas não. Como temos menos tempo, comêmos muito mais comida processada que se faz no forno em 15 minutos sem ser precisar pensar em nada. Assim a ideia é planear a semana, fazer compras com lista (vai ser mais económico de certeza) e depois cozinhar e conservar tudo by-the-book (que também não é o nosso forte). No meio disto tudo, só se safa a sopa do nosso filho!


Terceira medida
Há já algum tempo que gostava de ter um jardim/horta mas com o Zézinho e Chiquinho sempre de nariz metido na cozinha são raras as vezes que algum verde se mantenha mais do que dois dias cá em casa (aliás o Chico adora cebolinho, por sinal). Assim, sempre que comprava ervas aromáticas, tinha de as colocar numa prateleira um pouco mais alta e rezar para que não lhes apetecesse uma "saladinha". Portanto, uma das medidas que foi tomada este fim de semana foi comprar uma estufa. Não só fica linda como centro de mesa como também faz muito bem a sua função, como podem verificar na foto.

Se estão na mesma onda verde, podem sempre passar esta semana no IKEA porque tem ofertas especiais relacionadas com o tema da sustentabilidade. Aproveitem.
Green Power!

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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