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Este fim de semana soube a férias! 
Como estávamos com os santos populares à porta (literalmente) decidimos rumar ao nosso retiro - Penha Garcia. E foi maravilhoso. 

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 Estava aquele calor típico do interior do país (impossível sair de casa do 12h00 às 16h00), ideal para o Dinis se estrear nas águas do Pêgo.

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 Ele não achou assim tanta piada, até porque a água estava gelada, mas foi um dia bem passado em família.

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A minha família é linda!
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E para além disso, mais uma vez, foi a marcha de Alfama que ganhou. 
Alfama (também) é linda!
T**

 



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Penha Garcia para mim é mais do que o sítio onde vou passar uns dias. É a terra onde os meus pais nasceram, onde estão todas as minhas raízes e enterrados os meus antepassados.
Manter esta aldeia viva para mim é perpetuar o legado que me tem sido passado pela minha família.
É aqui que quero mostrar ao meu filho de onde vem a alface que está na mesa, o leite que bebe ao pequeno almoço. É aqui que lhe vou mostrar o chafariz onde a bisavó ia buscar água, onde lhe irei comprar pão no forno comunitário - o mesmo onde a minha avó ia comprar pão para mim, nadar no Pêgo onde o avô aprendeu a nadar.

Mas para além da minha história existe muito mais nesta pequena aldeia. Existe uma beleza natural incomparável para além de séculos de História.
Para quem não conhece aqui fica uma vista aérea da aldeia onde temos o nosso refúgio.
Visitem que não se vão arrepender.

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Este fim de semana fomos mais a oriente da cidade. Começámos por passear pela zona do Poço do Bispo e acabámos na Fia - Feira internacional de artesanato.
Sempre que passo de carro por Marvila fico com a sensação que há verdadeiras relíquias abandonadas nesta zona e desta vez decidimos sair e passear um pouco a pé por estes lados. O que é certo é que as minhas suspeitas confirmaram-se. Não entendo como se podem deixar cair aos bocados edifícios lindíssimos como a Fábrica de Tabacos de Braço de Prata / Poço do Bispo ou os Armazéns Abel Pereira da Fonseca...enfim, uma lacuna que devia ser remediada nesta cidade.

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Dali partimos rumo à FIA - que é um passeio sempre muito inspirador e quase sempre dispendioso - porque não dá para vir de mãos a abanar.

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Desta vez limitei os meus horizontes por África e Índia cá para casa...

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e ainda dei uma espreitadela no que Idanha-a-nova tinha para mostrar na FIA.

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E assim vos desejo uma ótima semana.
T**

 

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Doce Junho

03.07.15

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@teresaserrano

Esta semana deixo-vos com um mood do meu instagram de Junho.
Espero que Julho seja ainda melhor.

Quem ainda não me segue pode fazê-lo pelo Facebook ou Instagram.
Um bom fim de semana para todos.
T**

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Este fim de semana foi de campo. Mais uma vez rumámos até Penha Garcia para um fim de semana bem menos agitado do que um normal fim de semana de santos em Lisboa.
Aqui o programa foi bem mais calmo e saudável. Passou sobretudo por descansar e comer bem e nada melhor do que invadir a horta do meu avô para colher qualquer coisa para o jantar.
Se há coisa que cada vez mais dou valor é isto, poder ir diretamente à terra buscar alimento.

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Claro que aqui foi o avô que fez as honras da casa (ou não fosse este o seu segundo lar).
Lá nos levou em visita guiada por todos os atalhos entre o feijão e o tomate e mais umas quantas árvores de fruta até às alfaces.

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E posso garantir que estavam ótimas (depois de muito bem lavadas e amukinadas, claro!). 

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Boa semana.
T**

 

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Mais uma vez lá fomos nós de malas aviadas para o nosso pequeno cantinho em Penha Garcia. Depois de um piquenique e uns mergulhos na barragem, fizemo-nos à estrada mesmo a tempo de ver o pôr do sol no cimo da aldeia de Monsanto. Por muito que eu goste de Penha Garcia, tenho de confessar que quando estou em Monsanto me sinto pequenina com a paisagem do vale a 360 graus vista do castelo. E é na primavera que mais gosto de aqui vir, porque o vale está completamente verdejante e cheio de flores. Melhor do que descrever, é mesmo ver. Por isso aqui fica o meu pequeno resumo. Bom regresso ao trabalho (espero que com as baterias recarregadas).

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® Teresa Serrano

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Já por várias vezes o tema migrar para fora da cidade tem sido posto em cima da mesa pelas mais diversas razões. Ou porque os empregos estão a escassear ou porque a vida na cidade é muito stressante ou pura e simplesmente porque se quer viver mais em contacto com a natureza.
Para mim seria muito complicado porque adoro a cidade de Lisboa, adoro a agitação, o meu bairro e o Tejo. No entanto, temos o nosso pequeno pouso de férias em Penha Garcia (o que já é uma pequena migração, apesar de temporária).
Mas, num pequeno jantar de amigos, dei por conta de dois casais que têm planos de sair da cidade mais cedo ou mais tarde. Começo a achar, apesar de ser uma amostragem simbólica, que será um êxodo que irá mesmo acontecer nos próximos anos aqui por Portugal.
Apesar de ser cética em relação ao assunto, gostava de saber as vossas opiniões.
O que vos levaria a deixar as grandes cidades? Quais as mais-valias que procurariam numa migração?
Deixo-vos um artigo do Público de hoje sobre o tema, caso estejam a pensar mudar o rumo das vossas vidas, aqui fica uma dica.
T**

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Outro dos momentos que marcou o meu ano foi finalmente a nossa casa em Penha Garcia estar terminada. A opção de poder "fugir" da cidade por uns dias sabe muito bem, ainda mais quando se reconstrói algo que faz parte da nossa história pessoal. Se partilham do mesmo sentimento pela natureza não hesitem em visitar. Fica no concelho de Idanha-a-Nova (a três horas de Lisboa) e tem uma paisagem natural magnífica.

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® João Luis Mendes

 

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Estas duas semanas vão ser passadas por Penha Garcia e a viver como verdadeiros residentes, portanto, há que cumprir as tradições. Assim, na noite da consoada fomos até ao madeiro da aldeia (o J. decidiu acrescentar um assador de castanhas a esta visita). Também houve missa do galo mas essa passámos.

Para além deste madeiro na Porta da Vila, existiram mais dois na aldeia. Passada a noite de Natal, estes troncos gigantes ficaram reduzidos a cinzas. As castanhas não estavam grande coisa mas foi, sem dúvida, um encerramento de ceia bem diferente do habitual.
E este foi o nosso "fim de semana" porque as ligações à internet por estas bandas não são fáceis e não consigo manter a minha rotina habitual dos posts.

T**

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® Teresa Serrano

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Chegou o Natal e como tinha dito, este ano, a árvore foi feita com elementos recolhidos da natureza. Pinhas e um tronco apanhado do chão no passeio à barragem foram os materiais eleitos juntamente com os ramos natalícios reutilizados do ano passado. Como a casa é pequena decidi que a árvore seria suspensa. Espero que gostem tanto como eu gostei de fazê-la. Desejo-vos um Feliz Natal, por agora venham as filhoses.

T**

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por TERESA SERRANO - este é um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".

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