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!!!2 Anos!!!

06.09.16

Dois anos passaram desde que nos casámos.
!!!Parabéns a nós!!!!!
Faço festa a isso porque continuo muito feliz. Foi uma das decisões mais importantes e ponderadas da minha vida. E para celebrar, tal como fizemos o ano passado, voltámos ao mesmo sítio de uma das fotos do nosso álbum de casamento e repetimos tudo outra vez. Desta vez com o nosso apêndice que o ano passado já cá estava mas camuflado (mais ou menos camuflado porque a barriga já estava bem grande!).
Este ano o fotógrafo oficial do evento é o Frederico Mendes, que para além de meu cunhado (sempre em família!) é também um exímio profissional. Ainda irão voltar a ouvir falar dele daqui a uns tempos por estas bandas, com direito a post com foto-reportagem e tudo. É que o Frederico faz as próprias câmaras com que fotografa.
Por agora fiquem com o resultado deste ano (aqui na versão digital) e para o ano voltamos a repetir!

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Uma das coisas que mais gosto é andar pela cidade e descobrir sítios novos.
Neste caso, "novo" foi apenas para mim que não conhecia a Estufa Fria. Sempre ouvi dizer que era um sítio muito bonito mas, na realidade, apesar de saber que era no parque Eduardo VII, não fazia ideia do local exato onde ficava. 

Para além de gostar de poder estar em contacto com a Natureza mesmo no centro da cidade, o que mais me agradou foi a diversidade de espécies de plantas que por ali param. Faz-nos sentir num ambiente completamente fora do nosso quotidiano. Houve alturas em me parecia estar a passear por um jardim japonês, outros numa selva tropical e até num deserto - quando cheguei aos catos.
Apeteceu-me fotografar tudo mas mais ainda, apeteceu-me desenhar (não o fiz mas talvez numa próxima visita o faça). É um lugar verdadeiramente inspirador.
Por agora deixo os registos deste passeio.

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Boa semana!
T**

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O tema começa a ser recorrente entre os moradores dos bairros históricos (e menos históricos) de Lisboa. "-Isto está a ficar impossível", "-Estou farto(a) de tuk-tuk's até à ponta dos cabelos","- Estive uma hora preso(a) no trânsito por causa das obras", entre muitas outras linhas de diálogos que se ouvem entre vizinhos ou em conversa de café.


E realmente está mesmo impossível...

 

Vim morar para Alfama em 2012 e o meu grande problema nessa altura era o mês dos Santos Populares. Santa preocupação essa, comparada com as minhas preocupações hoje em dia. Para somar aos então trinta dias das festas da cidade tenho, neste momento, de me preocupar com:


• Se consigo sair da minha rua, porque está sempre trancada com tuk-tuk's, táxis e autocarros de turísmo. Com muita sorte que possa ter é apenas uma fila, outras vezes tenho menos sorte e há ainda uma segunda ou terceira fila. E ai de mim que me dê para buzinar! Aí, tenho os guias turísticos todos a mandar-me faíscas com o olhar porque lhes estou a espantar a clientela e que bela imagem estou eu a passar dos lisboetas! Isto se não levar com dois ou três palavrões do taxista para me acalmar.

• Se consigo não atropelar ninguém, quer esteja a pé ou de carro. 


• Se consigo chegar a casa pelo trajeto "normal", porque nunca se sabe quando vai haver uma corrida (noturna, diurna, a galope) que fecha todos os acessos à minha rua.

• Se consigo estacionar ao pé de casa, porque entretanto podem haver filmagens de anúncios, filmes, séries, telenovelas no dia seguinte e todos os lugares de estacionamento ficam reservados para o staff. 

 

• Se consigo dormir, porque o apartamento de cima está em regime de airbnb e nunca se sabe se será apenas um casal de velhinhos alemães a alugar a casa ou a turma de finalistas do 12º ano de ingleses mortinhos por perderem a virgindade e vomitarem da varanda (tudo isto com banda sonora dos House of Pain - Jump around, que eles adoram acompanhar cantando e pulando ao mesmo tempo no soalho de madeira de mil-oitocentos-e-troca-o-passo mesmo por cima da minha cabeça).

As preocupações são estas, por enquanto. Ainda não chegou o dia em que o senhorio me comunica que tenho de abandonar o apartamento porque vai vender o prédio para ser construído um hotel, como já está a acontecer no prédio ao lado e no da frente. Posso ainda mencionar o barulho de batoneiras a trabalhar desde as oito da manhã que entram pela janela e se instala no ouvido o dia todo...

Resumindo, alguém vai ter de ceder. E cheira-me que, mais cedo ao mais tarde, serei eu...

 

Por agora, restam-me as palavras (sábias?) de um polícia que estava a cortar o trânsito na minha rua depois de eu me queixar que era sempre a mesma coisa: "- Quem lhe manda morar em Alfama?".

E é isto, meus senhores!

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Os dias

16.12.15

Os meus dias têm sido inteiramente dedicados à maternidade. Decidi que já que tenho este tempo, vou aproveitá-lo ao máximo para conhecer este pequeno ser - que cada dia adoro mais, diga-se.
Voltarei em força a escrever no blog em 2016. 
Por agora, deixo algumas imagens dos nossos passeios de fim de tarde por Lisboa.
T**

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Neste fim de semana fiz um programinha bem giro (e há muito alinhavado) aqui mesmo ao pé de casa e que tinha a sensação que iria ser bastante bom e não me desiludiu em nada - o brunch no palacete Chafariz Del Rei.
O edifício é lindo por dentro e por fora e senti-me uma verdadeira Marie Antoinette à mesa. É um programa a repetir (seja na versão brunch ou como salão de chá).
Adoro esta Lisboa que me surpreende em cada recanto.

E assim vos desejo uma ótima semana.
T**

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No fim de semana o passeio foi pelos lados do Príncipe Real. Fomos ter com a Ritinha ao Museu de História Natural onde ela tinha a banca da Mesh.
A Rita foi minha colega nas Belas-Artes e desde essa época que sempre me lembro de a ver tricotar, por isso quando o projeto Mesh Crochet nasceu, fez todo o sentido - aliar a criatividade com o artesanato é algo intrínseco nela.

Claro que não quis deixar de dar uma vista de olhos nas maravilhas que tricota para os mais pequenos para ver o que havia para o Dinis, mas como ainda faltam uns meses, ficaram algumas coisas encomendadas para a coleção de Inverno.
Deixo-vos com um pequeno apanhado do que por lá existia (só miminhos para quem gosta de crochet!) e assim vos desejo uma boa semana.
T**

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Lisboa está cada vez mais turística. As ruas da Baixa estão cheias de tuk tuks barulhentos a azaranzar para cima e para baixo, estrangeiros de mapa na mão e ementas bilingues a preços duplilingues. E ainda bem que assim é porque com a crise que está instalada no país ao menos que o turismo seja uma lufada de ar fresco para a economia nacional.
Mas vamos com partes.
Lisboa tem o carisma que tem por ser uma cidade pitoresca. Por ter bairros típicos ainda cheios de gente ali nascida e criada. Os marialvas cirandam pelas ruelas e as fadistas ouvem-se a cada esquina e é por isso mesmo que os turistas gostam da nossa Lisboa. Por ter Vida.
Sendo assim, é bom que se mantenham os costumes. Não inflacionem a habitação de forma a que qualquer família de classe média tenha de fugir para o subúrbio por não conseguir comprar uma casa no seu bairro de toda a vida como está cada vez mais a acontecer em Alfama, por exemplo. As construções/remodelações de prédios no bairro são um sem fim delas, mas todas completamente direcionadas para alugueres de curta duração. Ora assim sendo, daqui a muito poucos anos, Alfama vai ser um bairro sem alma ou então terão de contratar figurantes para simular as discussões vividas de janela para janela entre a Cátia e a D. Rosa que se zangaram porque a Cátia sacudiu um tapete para cima da roupa lavada da Rosinha (e com a Rosinha ninguém se mete!).
Façamos as coisas com peso e medida ou em pouco tempo até a bela da sardinha assada é trocada pelo fish and chips!
Venham os turistas mas não deixem morrer a Lisboa menina e moça.

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Este fim de semana foi de preguicite. Houve direito a sobremesas que me lembraram a infância, saladas e dip's saudáveis feitas pelo super maridão e sair... só mesmo num raio muito reduzido.
Há dias assim e sabem-me muito bem (ou não fossem já os meus pés inchados uma constante de fim de dia...).

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 Os prazeres gastronómicos...
E o passeio do fim de tarde no terreiro do trigo.

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E assim vos desejo uma ótima semana.
T**

 

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Sempre que começo a avistar o mar do Portinho da Arrábida, fico com aquela sensação do "ainda bem que fiz mais uns quilómetros e não me fiquei pelas praias da costa" porque é uma paisagem idílica. Mar azul turquesa, cristalino com uma serra verde por trás.

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Tem para mim o inconveniente de ter muitas pedras à beira mar (parece sempre que estou a dançar um estranho bailado contemporâneo quando entro ou saio da água) e - a meu ver - a água ser bastante fria (o que não foi impedimento de um belo par de mergulhos).

Gosto também do facto de ser num parque natural o que a mantem bastante selvagem e não muito acessível (no entanto, não deixa de haver filas para estacionar ou sair da praia nas horas mais críticas). Seja como for, nunca me arrependo porque são sempre tardes inesquecíveis as que ali passo e que me permitem recarregar baterias para mais uma semana de trabalho.
Fica o o meu registo e boa semana para todos.
T**

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Este fim de semana fomos mais a oriente da cidade. Começámos por passear pela zona do Poço do Bispo e acabámos na Fia - Feira internacional de artesanato.
Sempre que passo de carro por Marvila fico com a sensação que há verdadeiras relíquias abandonadas nesta zona e desta vez decidimos sair e passear um pouco a pé por estes lados. O que é certo é que as minhas suspeitas confirmaram-se. Não entendo como se podem deixar cair aos bocados edifícios lindíssimos como a Fábrica de Tabacos de Braço de Prata / Poço do Bispo ou os Armazéns Abel Pereira da Fonseca...enfim, uma lacuna que devia ser remediada nesta cidade.

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Dali partimos rumo à FIA - que é um passeio sempre muito inspirador e quase sempre dispendioso - porque não dá para vir de mãos a abanar.

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Desta vez limitei os meus horizontes por África e Índia cá para casa...

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e ainda dei uma espreitadela no que Idanha-a-nova tinha para mostrar na FIA.

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E assim vos desejo uma ótima semana.
T**

 

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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