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Pinterest @MiaGrphx 

Hoje falo sobre um assunto que costuma ser polémico mas que pouco se faz para ser resolvido até porque é incómodo e se não se falar vai passando despercebido: ser mulher num mundo de trabalho gerido por homens.
Ora isto é tudo muito bonito, temos uma equipa 50/50 mas quando chega a hora da graxa ao chefe é bom que se tenha um clube de eleição e ser do Sporting costuma cair muito bem ao patronato.
Se assim não for é melhor irem antes para a máquina do café falar das compras que fizeram nos saldos da Zara porque não pertences ao grupo "menina-não-entra".

Mas, e se também não fizeres parte do grupo dos saldos da Zara?
Bem, isso fica só complicado de gerir entre as mulheres mesmo, porque do grupo das pilinhas estás excluída na mesma - tens TPM ou lá aquela coisa que as mulheres deles também têm (das quais eles fogem a sete pés e vão beber gins com os amigos para um bar).
Então mas vamos pôr de parte esses pequenos pormenores e vamos lá falar de métodos de trabalhos porque na realidade é isso que interessa (certo?).
As mulheres são multitasking - qualidade muito apreciada em casa porque tanto conseguem pagar as contas da água, gás, como ir à manicure durante a hora de almoço, como cuidar das crianças e ainda ir à lavandaria buscar as camisas engomadas para a semana inteira de trabalho do homem.
Já no trabalho conseguir responder às tarefas enquanto se pensa o que fazer para o jantar e sair a horas de ir buscar os miúdos ao infantário não é assim tão fixe... porque não estás 100% empenhada no projeto. Prefiro antes trabalhar com o Pedrinho e ainda vamos dar uma surfada antes de vir para o escritório.
E progressão na carreira, como é?
Epá... as mulheres a certa altura começam a pensar casar e ter filhos... passam as horas de almoço a fazer pesquisas no pinterest sobre coisas para a vida pessoal delas... vamos antes escolher ali o Paulinho que tem sangue na guelra (o puto faz-se!) e até gosta dos vídeos que lhe costumo mostrar no youtube. É assim mêmo granda Paulinho!


E por hoje aqui fica a minha pequena dissertação sobre o ser mulher num mundo de trabalho gerido por homens.

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Este fim de semana acabei por sair com as miúdas...e acabei porquê? Porque não estava nada combinado. Não era um daqueles encontros do Rapaz-Não-Entra, mais que combinado há quinze dias em que todas desmarcamos jantares na casa dos pais, o chá com a tia e a festa de anos do afilhado. Foi pura e simplesmente o acaso de estarmos juntas e fomos ficando, ficando e pronto! Começa a diversão.
Já em amena cavaqueira entre o "...onde vamos a seguir..." e mais uma cerveja, eis que surge o "lamento" da J.: "...Vamos para aí? No outro dia passei nesse sítio e ouvi um miúdo dizer que a mãe dele tem um casaco igual ao meu..."(Claro que isso não foi impedimento nenhum e lá fomos, depois de bastantes gargalhadas à conta do assunto). Mas a questão manteve-se. "...Há tanto tempo que não saíamos assim! Como é possível agora adormecermos no sofá numa sexta-feira à noite?..." E a verdade é que, por vezes, nos acomodamos um pouco e fica fácil não sair porque está a chover, está frio, estamos constipadas, mas a contrapartida é tão boa. E na verdade, a idade é mais um preconceito do que uma condição física (pelo menos por agora), portanto, vamos aproveitar. Convém, no entanto, perceber que o dia seguinte (esse sim por causa da idade) não é um dia fácil... E o resultado final deste encontro foi um brinde com Coca-Cola no domingo.

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® Não sei de quem são os direitos desta imagem, se alguém souber, por favor, informem-me.

 

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®Teresa Serrano

 

Entras numa loja de roupa porque tens de comprar o vestido para o casamento da tua prima afastada e vais direta para o canto mais vazio para poderes estar à vontade a ver as peças sem estares com a Jennifer Lopez a gritar-te aos ouvidos. No entanto, em cinco segundos deixas de estar sozinha nesse canto e estás rodeada de - pelo menos - cinco amiguinhas que (curiosamente) também estão a tentar abarbatar-se ao vestido que tens na mão.

Tens duas hipóteses:

Ou entras no confronto direto e agarras-te ao vestido com unhas e dentes e corres para o provador (o estabelecimento agradece porque tem de reforçar o stock);

Ou fazes-te desinteressada e vais para o outro lado da loja, sempre com as amiguinhas avistadas pelo canto do olho e quando elas dispersarem, voltas ao local do crime e podes finalmente apreciá-lo (mas sem mostrar muito interesse, senão haverá sempre uma delas que volta à carga).

E assim se fazem tendências no universo feminino...

 

Moral da estória:
A galinha da vizinha parece sempre uma Chanel.

 

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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