Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


O passeio desta semana foi pela outra margem. Decidimos deixar o carro em Lisboa e fomos de barco até Cacilhas, aproveitamos para fazer a pé a marginal do outro lado.
Com uma vista privilegiada sobre Lisboa é engraçado ver o ritmo desacelerado que existe no lado sul. Para além da ausência de carros é normal encontrar várias pessoas a pescar neste passeio pedonal e o que também me chamou a atenção foi a degradação dos edifícios (que lhe dá uma beleza bucólicó-industrial). Todos estão abandonados, em perigo de derrocada ou pura e simplesmente já caíram... Mas com isto surge palco para a arte urbana (nem tudo é negativo!) que tem por ali algum exemplares até bastante bons.

Deixo o meu resumo, espero que gostem e desejo-vos uma boa semana.
T**

PIXT2.jpg

PIXT3.jpg

PIXT4.jpg

PIXT5.jpg

PIXT6.jpg

PIXT01.jpg
®Teresa Serrano e João Mendes

Autoria e outros dados (tags, etc)

No fim de semana saímos sem rumo. Começámos por vaguear nas ruas da Baixa, fizemos a habitual descida da rua Augusta e quando chegámos ao final, vimos que não havia fila para entrar no miradouro do arco (o que é normal desde que abriu ao público em 2013), aproveitámos, claro!
Lá em cima tem-se uma visão 360º graus mas o que me fascinou mais foi conseguir ver bem a geometria do Terreiro do Paço e os padrões da calçada na rua Augusta, senti-me um drone na minha cidade.
Na sala do relógio, uma sala interior que antecede a subida até ao miradouro, tem uma pequena cronologia ilustrada que vale a pena ler. Os diferentes projetos que foram sendo mudados conforme os diferentes estilos arquitetónicos, seguindo-se o terramoto e tornando-se depois o símbolo de Lisboa renascida.
Se tiverem oportunidade subam, vale muito a pena. Com esta vista vos desejo uma boa semana.

PICT01 (3).jpg

PICT02 (3).jpg

PICT03 (4).jpg

 Esculturas de Célestin Anatole Calmels que representam a Glória, coroando o Génio e o Valor.

PICT04 (3).jpg

PICT05 (3).jpg

®Teresa Serrano

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

O(s) edifício(s) da Fundação Champalimaud é/são daquele tipo "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Lembro-me de passar na estrada - enquanto estava a ser construído - e pensar "Mas que raio de coisa é que estão ali a fazer?...", mas o que é certo é que agora é dos sítios à beira rio que mais gosto de visitar/passear. Quando chegamos ao grande pátio com os dois totems e o mar na linha do horizonte parece que entramos numa cena do filme 2001 Odisseia no Espaço. Mas para além da arquitetura futuristó-fantástica esta fundação tem uma missão muito nobre na sociedade, o que a torna ainda mais admirável aos meus olhos. Aqui trabalha-se no desenvolvimento de soluções biomédicas para a cura de diversas doenças entre as quais o cancro (isto num resumo muito simplificado da minha parte), mas acho que vale a pena dar uma vista de olhos no site para perceber melhor o admirável trabalho por eles desenvolvido. Entretanto, por aqui, deixo-vos com a minha visão "Kubrick à portuguesa".

pict01 (1).jpg

pict02 (1).jpg

pict03 (1).jpg

pict04 (1).jpg

pict_07 copy.jpg

pict_06 (1).jpg

pict_05 (1).jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)


por TERESA SERRANO - este é um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".

Tradução/Translate


Pesquisar

  Pesquisar no Blog