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O casamento era uma questão há muito encerrada para mim. Aos 10 anos é um sonho, aos 13 é o vestido que sempre imaginámos, aos 15 o príncipe encantado afinal joga à bola e não vem num cavalo branco, aos 17 o vestido de princesa é substituído por umas Dr. Martens e um maço de cigarros de mentol.
Depois vêm as primeiras desilusões amorosas, o "vou querer ficar sozinha para sempre", o "nunca vou gostar de mais ninguém como gostei dele..." , o "é para sempre" passa a durar meia década no máximo.
Habituados que estamos a esta cronologia, vamos lá ser pragmáticos, não é verdade? Vamos morar juntos então!
E é aqui que nos conhecêmos realmente. Não há filtros de instagram para a cara de sono ao acordar, o jantar não é sempre gourmet e a mulher-a-dias na maior parte das vezes não existe, por isso é bom que os dois sejam boas fadas do lar ou pode haver arrufos domésticos.
Mas e o romantismo? A palavra existe e está no dicionário e tudo!
E existe mesmo. E é muito bom quando alguém nos surpreende e nos pede em casamento (mesmo sabendo que a resposta à partida é não, que a probabilidade de um "estás doido?" existe, seguida de um "estás a gozar?"). E depois, quando ficam olhos nos olhos, vês que é a sério (muito a sério) e ficas com a cabeça a mil à hora e a seguir ficas nas nuvens porque o teu namorado não tem medo de ficar contigo "para sempre". E aí dizes Sim, um redondo SIM, um sim-sem-medos.

E assim se passa de solteira pragmática a casada convicta.
T**

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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