Todos os direitos sobre imagens (ilustrações) e texto são reservados à autora do blog ® Teresa Serrano
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Uma das coisas que mais prazer me dá é ver Portugal a mexer. Pessoas que não baixam os braços perante a crise instalada na economia portuguesa e tentam ir mais além. Ora se já o fizemos nos Descobrimentos, porque não fazê-lo agora navegando pelo gigantesco mundo da internet? É o que faz a marca Mister DOE.
A Mister DOE é uma marca de mobiliário de luxo de São João da Madeira, exclusivamente vendida online e que pretende chegar ao mercado global (aplausos a isso!). E nada melhor do que a sua primeira coleção de mobiliário para mostrar a qualidade e originalidade das peças executadas sobre um belo conceito - a coleção Dinastia.
Esta coleção conta a história da monarquia portuguesa da melhor forma que o poderia fazer - através da arte de moldar conceitos em peças. É claro que a minha peça preferida é a D. Dinis (vá-se lá perceber porquê!), mas para além desta há muitas outras de se lhe tirar o chapéu, como o canapé D. Maria I (peça premiada), o banco D. Sebastião ou o candeeiro D. Amélia I.
Ficam as Imagens das peças para se deliciarem, mas vale a pena dar uma vista de olhos no site.
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Peça D. Dinis
Peça D. Maria I
Peça D. Sebastião
Bravo Mister Doe! Se o objetivo era tocar na alma das pessoas, na minha tocou!
T**
Cá em casa, se o mobiliário falasse, era como uma Torre de Babel. Cada peça vem de um sítio diferente e temos como lema que "a História faz a alma da casa", mas nem sempre é fácil combinar peças. Quando eu e o J. fomos viver juntos cada um tinha já a sua casa, por isso, a fusão dos estilos no nosso lar conjunto era inevitável. O maior desafio foi consegui-lo de forma harmoniosa, até porque a casa do J. mais parecia um museu e a minha um cenário de exposição do Ikea.
Tudo na minha casa era branco, na maioria peças compradas de próposito para ocuparem um lugar específico só alguns elementos (como almofadas) para dar cor. Na casa do J., não. O sofá foi achado no lixo, as cadeiras foram todas herdadas, a coleção de máquinas fotográficas todas de mil-novecentos-e-troca-o-passo e em quantidades industriais.

Optámos por misturar tudo, reinventar algumas peças (sobretudo as cadeiras forradas com novos tecidos), pôr de lado outras - muito mais das minhas peças brancas do que eu desejaria - e restaurar outras tantas.


No entanto, questiono-me sempre se tivesse um budget interminável e uma casa nova para decorar, como o faria.
T