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® Teresa Serrano
Porque estamos quase no dia em que se celebra a paixão lembrei-me de levantar esta lebre:
Nunca se questionaram como seriam os casais eternamente apaixonados da História se vivessem na atualidade?
Imaginem D.Pedro e D.Inês de Castro.
Inês manda um SMS ao Pedro a perguntar como vai ser logo à noite, já que tinham combinado ir jantar fora para celebrar o dia dos namorados e o Pedro ficou de marcar restaurante...
InêsLove:
Então baby já marcaste restaurante para logo à noite?
LePetit Prince:
Ainda não consegui...Isto hoje aqui na empresa tem estado complicado. O meu pai está on fire com um novo projeto, mal sentei o cu na cadeira. Não queres marcar tu?
Inês Love:
Ó love, é sempre a mesma coisa. Já não consigo ter imaginação para arranjar um sítio novo! Tudo eu... Mas a que horas estás despachado?
LePetit Prince:
Não sei mesmo, mas vou tentar sair o mais cedo que conseguir. Marca para as 20h30. Love you*
20h30 e nada...21h00...
InêsLove:
A sério Pedro? Já perdemos a reserva...
LePetit Prince:
O meu pai não facilitou. Estou na A5, está um trânsito descomunal. Não queres preparar uma coisa mais caseira e "acolhedora" para nós? :) hum?
InêsLove:
Falamos em casa.*
Quando o Pedro chega finalmente a casa (22h00) está a Inês a amarrar o burro de robe e pantufas a comer nuggets de galinha e a ver a série "Girls" de uma assentada só.
"Desculpa amor, eu prometo que te recompenso" - diz o Pedro enquanto tenta roubar um beijo à sua amada.
Inês: "- Podes ir ao congelador, tira os nuggets e põe no micro-ondas durante 7 minutos. É o jantar "caseiro" que tenho para ti hoje, amor da minha vida" - e mostra o sorriso mais amarelo possível.
Moral da Estória:
É óbvio que não houve sexo nessa noite.