Todos os direitos sobre imagens (ilustrações) e texto são reservados à autora do blog ® Teresa Serrano
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Foi em Maio do ano passado que o meu amigo se foi embora e que o pequeno Chico entrou nas nossas vidas.
Foi muito duro e ainda agora a primavera não chegou da mesma forma que costumava chegar ao meu estado de espírito. Há este espinho que me fez ficar zangada durante três dias e sem vontade de falar ou estar com ninguém. Acho que a isto se deve chamar luto. Mas depois, quando chego a casa tenho o Chico - cada vez mais parecido com ele - que me faz esquecer por um bocadinho. Parece que ele está ali de novo. Até os feitios são parecidos.
São lindos os meus gatinhos. O de ontem e o de hoje. Para sempre.
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Confesso que tenho algum cuidado quanto à cama do Dinis. Acho que não é o sítio indicado para o Zezinho e o Chico aninharem - porque mesmo que não se deitem ali, há pêlos deles por todos os lados. Mas basta deixar uma porta aberta durante cinco minutos e é este o cenário que encontro. Lotação esgotada!
Devo confessar que ainda me estou a habituar às rotinas.
Quando se tem um bebé é mesmo necessário que existam regras e horários para fazer as tarefas ou pode cair-se no maior caos doméstico (sim, já lá estive) e não saber para onde nos havemos virar. Por isso, após as duas horas de intenso trabalho matinal para pôr tudo em ordem, eis que chega a paz. O Dinis dorme, os gatos também e eu tiro fotos a este cenário bucólico que por aqui se passa.
Bom fim de semana minha gente.
T**
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instagram @teresaserrano
Uma das questões que me preocupava antes de trazer o Dinis para casa era qual seria a reação do Zézinho e do Chico ao novo membro da família. O Zézinho é super meigo e pachorrento - nunca me pareceu um problema - mas o Chico, no auge dos seus 6 meses e muita energia para descarregar, parecia-me mais complicado de gerir.
O que é certo é que no dia em que chegámos e pousamos o ovo no chão, nem um nem outro estranharam nada. Não houveram bufadelas, nada. Parecia que o Dinis desde sempre fez parte do quotidiano deles. A única coisa que aconteceu, foi uma euforia desmesurada do Chiquinho mas porque estivemos muitos dias fora de casa.
Com o passar do tempo e sem tanta atenção da minha parte, o Chico tentou tomar o lugar do Dinis (ora se deitava no berço dele, ora no ovo, ora aparecia com a chucha na boca) mas sempre sem nunca existir qualquer tipo de "ameaça" com o bebé.
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Já o Zézinho adotou a postura de guardião (isto quando não há fitas de cetim por perto senão perde a pose).
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Os únicos cuidados extra que tenho por enquanto é não os deixar sozinhos com o bebé na mesma divisão e redobrei a atenção aos pêlos dos felinos pela casa (que aparecem na mesma por todo o lado!).
E assim continuamos a viver (agora os cinco) felizes no nosso lar.
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instagram @teresaserrano
T**
O que gosto de manhãs calmas e ver as brincadeiras destes dois.




Quando o Chico veio cá para casa, prometi a mim mesma que não iria afeiçoar-me tanto como anteriormente tinha feito com o Jeremias ou com o Zézinho. Porque isto de perder um animal de estimação custa muito e (em princípio) vivemos mais anos que eles e depois é uma tristeza muito grande quando os vimos partir. Mas é óbvio que o coração fala mais alto que a razão e estou completamente fã do Chico como sou fã do Zézinho como irei ser sempre fã do Jeremias para todo o sempre.
São lindos os meus bichanos e não me farto de postar fotos destas duas criaturas lindas que ainda por cima são super carinhosos um com o outro como podem ver.
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® Teresa Serrano

O Chico também já tem um colo favorito (e não é o meu). É esta a minha sina cá por casa.
O dia foi especialmente ativo para o Chiquinho.
Ainda houve tempo para uma brincadeira no trapézio/estendal com a própria cauda e finalmente o descanso do guerreiro.
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As últimas novidades do Chiquinho (El furacon) é o seu interesse pela reciclagem. Quando se viu sozinho em casa com os sacos do ecoponto ali tão perto, decidiu "mergulhar a fundo" no assunto - como podem ver.
É sempre bom saber que temos animais de estimação tão inteligentes e que abraçam causas tão nobres com unhas e dentes, literalmente!
Posso garantir que foi complicado encerrar o assunto porque o Chiquinho estava reticente em largar o plástico. Acho que ainda não tinha percebido bem o ecoponto amarelo. ![]()
E assim se passam os dias cá por casa.


Há dois meses que chegou cá a casa e apesar do mês que teve de passar em quarentena, já domina o território por completo.
A casa encheu-se de correrias outra vez e a felicidade que isso nos traz não tem explicação.
Para além disso, o Chiquinho tem um comportamento muito parecido com o do Jeremias o que me faz reviver/relembrar muito o meu companheiro. Com saudade mas com muita alegria à mistura.
Aqui fica o registo do quinto mês do Chico Fininho - El Furacon.
T**